Título: Loney
Autora: Andrew Michael Hurley
Editora: Intrínseca
Leitura: Fevereiro/2019
Nota: 2 de 5 estrelas
(Argumento: 2; Diálogo: 2; Personagens: 3; Revisão: 4; Narrativa: 2; Cenário: 3; Capa: 4; Diagramação: 4)
Livro único; Escolhido pela capa; Mistério; Gótico

Resenha:

Senhoras e senhores, e o prêmio de decepção literária do ano vai para... Loney! Desde que comecei o blog, fazia tempo que não lia algo tão ruim. Ele continua empatado com “A Garota dos Pés de Vidro” e “Dark House” como os piores livros lidos em quase sete anos de blog!

Fanatismo religioso, uma peregrinação contada como lembrança, um irmão mudo e seu protetor, corpos sendo revelados por um lago e o desencadeamento dessa história. Sinceramente? Loney não fez sentido algum para mim e me senti uma leitora inexperiente com um total de zero bagagens de leituras desse tipo. Terror? Onde? Sinceramente não achei nada mais do que um livro absurdamente chato mesmo.

Confesso que o que a editora vendeu, foi o oposto do encontrado nesse livro. A leitura diferente dos outros thrillers psicológicos – que eu sou muito fã – não fluiu e em vários pontos me vi perdida durante os acontecimentos da leitura. Como disse, me senti iniciando por esse gênero que exploro há muito tempo. Sei que dentro de um gênero há muitos desdobramentos, mas um livro que poderia ter sido incrível, foi bastante decepcionante. 

Não me conectei com nenhum personagem. Não me senti próxima aos problemas que envolviam toda a atmosfera do local descrito, o que foi realmente uma pena. Acho que o que piorou mesmo foi o fato de não ter sentido absolutamente nada pelos problemas do padre que morreu e o novo que chegou, simplesmente chato demais e desimportante demais para o meu gosto.

Li muitas resenhas negativas sobre o livro e infelizmente, estou no grupo de quem não gostou. A ideia do livro em si, achei muito boa, mas demorei demais para ler e as 300 e poucas páginas foram um fardo. Muitas pessoas abandonam, mas eu queria saber o final de qualquer jeito. Apesar de ter dado um tempo na leitura para não entrar em uma ressaca, confesso que até o final foi sem graça. Não curti, infelizmente. Capas bonitas, não fazem livros bons.

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