Título: Maze Runner: Correr ou Morrer
Autora: James Dashner
Editora: V e R
Leitura: Fevereiro/2019
Nota: 4 de 5 estrelas
(Argumento: 4; Diálogo: 4; Personagens: 4; Revisão: 5; Narrativa: 4; Cenário: 5; Capa: 4; Diagramação: 5)
Começar uma série nova; Distopia; Autor nunca lido; Adaptado para o cinema.

Resenha:

Mais um livro que entrou para o hall dos livros que eu precisava ter lido antes, mas ainda bem que li agora. Entre o lançamento do livro ou do primeiro filme para agora muito tempo se passou, mas não me lembro de ter tido tanto interesse em conhecer essa distopia quanto agora. Me lembro que quando as distopias começaram a fazer sucesso, lia todas as que apareciam e por isso acabei pegando uma ressaca daquelas desse gênero e precisando de férias bem longe de tão enjoada que estava.

O livro começa bem devagar e sem muitas explicações. Já estamos subindo um longo e escuro corredor junto com Thomas – que sabe o mesmo que nós, ou seja, nada – e que não sabemos por quanto tempo estivemos ali. Só sabemos que depois do que parecem horas no escuro, vimos rostos de muitos meninos nos encarando.

Seja bem-vindo de volta a clareira ou talvez não. Nós somos os novatos e ao que parecem perguntas não são bem vindas. Quem são vocês? Onde estamos? O que precisamos fazer? Será que há uma saída?

A curiosidade sobressai o medo e como disse, dúvidas não são tiradas. Foram quase 130 páginas onde absolutamente nada acontecia, a não ser alguns diálogos e observação, muita observação.

Thomas se vê em uma enrascada quando para ajudar seus companheiros a chegarem até a entrada do labirinto, se vê fora, junto com eles. Ali, no labirinto onde nenhum rapaz sobreviveu. Mas de alguma forma, ele sente que é diferente e precisa fazer a diferença para conseguir um pouco de respeito, pois ele ainda é novato.

Ali só vivem garotos de idades variadas que apenas obedecem ordens de alguém e tentam sobreviver dia após dia sem se preocupar com o labirinto. Existem os corredores que fazem todo o trabalho de reconhecimento do labirinto e Thomas sente que precisa ser um deles.

Por ser uma distopia, sabemos que alguns irão morrer. Mas não sabemos como isso ocorrerá. Como disse, é um livro em que no início nada acontece, mas que quando você passa das primeiras 130 páginas, depois não consegue desgrudar do livro de tanto que ele fica incrível.
Falei muito sobre o primeiro livro e logo em seguida fui assistir a adaptação – que apesar de confusa, ficou interessante – mas nem tanto assim fiel ao filme. Mas foi uma experiência muito legal e mal posso esperar para ler as continuações. Se você gosta do gênero distopia, irá gostar desse livro.

Deixe um comentário

• Bem vindos!
• Antes de comentar, leia a postagem.
• Estou aberta a críticas, elogios e sugestões. Porém, use o bom senso.
• Não se esqueça de deixar o link do seu blog para que eu retribua a visita.
• Volte sempre!