Título: O Conto da Aia
Autora: Margareth Atwood
Editora: Rocco
Leitura: Janeiro/2019
Nota: 4 de 5 estrelas
(Argumento: 5; Diálogo: 4; Personagens: 4; Revisão: 5; Narrativa: 4; Cenário: 4; Capa: 4; Diagramação: 5)
Escrito por mulher; Distopia; Autor nunca lido; Seriado de TV.

Resenha:

O primeiro livro do ano não poderia ser outro, até porque o seriado em que ele é baseado foi o primeiro também maratonado em 2019 – eu sempre demoro para me interessar por hypes – mas quando pego também, vai tudo de uma vez.

Não foi um livro fácil de ler, apesar da escrita ser muito fluída e rápida – o que me surpreendeu por ser um livro mais antigo – mas a temática é bastante pesada. É uma distopia muito atual, onde a religião acaba se tornando uma prisão para mulheres, principalmente.

Nessa distopia, as mulheres são divididas em grupos: esposas, Marthas (cozinheiras/limpeza), Aias (procriadoras) e as Não Mulheres (traidoras da causa, lésbicas, etc). É bastante pesado de se ler, porque acontece muita agressão em mulheres, tanto física quanto psicológica e nesse livro nós acompanhamos Ofred – é colocada a vogal O na frente do sobrenome do comandante para quem a Aia é designada – em suas tarefas do cotidiano.

Se você começar pelo livro, provavelmente vai gostar mais da leitura, mas como eu comecei pelo seriado, achei o livro aceitável, mas o seriado mais completo. Então a experiência foi interessante, mas preferi o seriado. Se você olhar a aba nota, vai entender bem os pontos que eu mais gostei desse livro. Infelizmente, a temática dele é tão pesada que achei impossível favoritar um livro desses, desculpem. É um livro interessante e muito válido para ser conhecido e vale a pena conhece-lo.

Deixe um comentário

• Bem vindos!
• Antes de comentar, leia a postagem.
• Estou aberta a críticas, elogios e sugestões. Porém, use o bom senso.
• Não se esqueça de deixar o link do seu blog para que eu retribua a visita.
• Volte sempre!