Olá leitores, como vocês estão? Aproveitaram o feriado para colocar as leituras em dia? Confesso que a minha ideia era essa, mas então percebi que procrastinei a semana toda e que deixei várias coisas acumuladas para essa terça-feira.

Mas aconteceu uma coisa engraçada e frustrante nesse final de semana prolongado e me lembrei que a postagem com mais visualizações do blog era com esse tema, mas lá no ano de 2013. Relendo a postagem, descobri que a minha opinião não está tão diferente de quase cinco anos atrás (quase, porque a postagem foi de julho/2013).

Bom, primeiro quero deixar bem claro que eu amo comprar livros nos sebos e sou compradora assídua desses lugares, porque sempre encontro livros inesperados por lá e volto toda feliz e radiante. Porém, isso acontece quando eu compro, que é bem diferente de trocar.

Tudo bem, depois de todos esses anos tomei coragem e perguntei o que eles levavam em consideração na hora de selecionar os livros para troca. Na minha cabeça de leitora e não empresária, eu queria trocar livro por livro. Eu dou um livro e recebo outro no lugar, como acontece no Skoob, por exemplo. Mas infelizmente, não é assim que acontece.

Primeiro que como o interesse dos sebos é vender os livros que estão lá, isso dá uma desvalorizada na nossa busca por trocas. Afinal, eles precisam pagar suas contas e funcionários, né meus anjos. O caso é que eles olham sim a qualidade e o estado em que seu livro se encontra, assim como ele leva em consideração também livros que têm mais saída. O que é isso? Aqueles livros que todos iriam procurar por um preço mais barato que um livro novo.

O que acontece é que eles precisam ver como está o estoque dele para aquele gênero, autor, etc. Se for um livro que sai fácil, ou seja, livros que todos querem ler, isso dá uma valorizada sim ao seu livro. Mas se for um livro que vai ficar lá por um tempo indeterminado, isso desvaloriza. Com essa última troca aprendi que se não tem intenção de reler, não deixe o livro parado na estante. Corre para trocar ou vender, porque se passar muito tempo, ele desvaloriza.

Infelizmente é isso o que acontece. Os sebos pagam no máximo R$10 pelo seu livro, isso se eles tiverem muito interesse no seu exemplar, caso contrário, não passam de R$5. Eu tirei, mais ou menos 52 livros e ela ficou com uns 20 da minha pilha. Todos esses livros ficaram para troca com um valor de R$50,00. Mas se formos ver em questão de quantidade, troquei 20 livros por 3. E aí que a troca parece injusta.

Claro que cinco anos depois, apesar de ainda sair frustrada porque queria levar a pilha toda de selecionados, estou mais conformada. O meu coração de leitor ainda sangra, confesso, mas o meu coração de empreendedora, sabe que era pegar ou lagar e claro que eu não ia perder a chance de sair de lá com livros que eu queria muito ler.

Sim anjos, eu sou uma pessoa que não tem muita paciência para essas pequenas “injustiças” que acontecem e pela segunda vez, venho trazer esse assunto um tanto polêmico para o blog. Mas me falem se isso só acontece comigo, será que essa frustração como leitora, deixo frisado novamente, só acontece comigo? Impossível! Não sou tão diferentona assim, rs.

Apesar de perder um pouco o interesse em trocar livros nos sebos, não deixarei de comprar livros por lá, afinal como disse, uma vez por mês, meu dinheiro fica por lá, rs. Porque não tenho controle mesmo e saio comprando tudo o que vejo pela frente. Acontece! Preciso de uma rehab literária novamente!

Mas me diga, o que vocês acham sobre esse assunto? Concordam comigo? Discordam? Escreva aqui nos comentários, ou em outra rede social, rs.

Beijos, até a próxima!

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