Olá pessoas, como vocês estão? Antes da resenha ser publicada, quero falar um pouco sobre algumas considerações importantes que fiz sobre “O Herói Perdido”, primeiro livro da série “Os Heróis do Olimpo”. Já postei algumas no Instagram, se quiser ler mais alguns motivos, o link da foto é esse aqui.

Para não ficar tão repetitiva, resolvi criar mais alguns aqui, totalmente livres de spoilers sobre as aventuras, mas coisas que eu achei importante ressaltar, caso você tenha interesse em começar a ler a aventura ou caso você tenha perdido o interesse pelo livro. Porque sim, é um medo natural.


  • Esse livro se passa depois da saga completa de Percy Jackson e os Olimpianos. São histórias distintas e que pode ser lida separadamente, porém, você pode não entender a relação com os personagens novos e os antigos. Não recomendo a leitura dessa série, caso não tenha lido a série anterior.

  • Essa mistura de deuses gregos e romanos pode dar uma confundida, apesar da explicação toda ao longo do livro e com o aparecimento deles. O autor teve um cuidado bem legal com isso. Apareceu um nome diferente, alguém sempre irá explicar quem ele é na versão grega. Achei um ponto positivo.

  • Por Jason ser romano, senti que o autor deu uma carregada na escrita. Tornando-a mais fechada, o que me deu a sensação de ser um livro muito descritivo e arrastado. Creio eu, que o autor quis mostrar a diferença entre as versões dos deuses. Quem explica isso no livro é Hera/Juno. Ela aparece nas duas versões.

  • Os deuses não são mais os mesmos, assim como os personagens que conhecemos também não. Eles estão visivelmente mais preocupados e fechados. A sensação que eu tive ao rever Annabeth pela primeira vez, foi a mesma de quando você ia iniciar um ano novo na escola e aquela sua melhor amiga do ano passado estivesse com um estilo totalmente diferente. Confesso que rolou uma decepçãozinha.

  • Rolou certa preguiça de alguns personagens. Piper é a típica adolescente que precisa de aceitação o tempo todo, ela é muito insegura e isso pode ser muito cansativo pela repetição. Jason não é tão carismático quanto Percy e a comparação é inevitável. Porém, quem salva o trio é Leo Valdez! Se não tivesse o ponto de vista do Leo intercalando com os outros dois, eu teria desistido.

  • O gancho que o autor deixou no final do livro foi simplesmente sensacional. A sensação foi a mesma que aconteceu com a série anterior, onde você fecha o livro e se pergunta “Meu Deus, eu preciso saber como isso vai continuar agora”. Uma pena que eu ainda não tenho a série completa, tenho só os dois primeiros, por enquanto. Mas sinto que não irei aguentar.

Esses foram mais seis motivos para incentivar a leitura desse livro. Se você já leu e tem alguma coisa para acrescentar, comente aqui embaixo, vou adorar saber. E caso você ainda não tenha lido, consegui te convencer a dar uma chance ou não? 

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