Sinopse: Navegando ao lado dos peixes, entretendo conversas com gaivotas e tubarões, remando no meio de uma creche de baleias. Cem dias entre céu e mar é o relato de uma travessia absolutamente incomum: mais de 3500 milhas (cerca de 6500 quilômetros) desde o porto de Luderitz, no sul da África, até a praia da Espera, no litoral baiano, a bordo de um minúsculo barco a remo. Verdadeira odisseia moderna, neste livro, Amyr Klink transporta o leitor para a superfície ora cinzenta, ora azulada do Atlântico Sul, tornando-o cúmplice de suas alegrias e seus temores, ao mesmo tempo em que narra, passo a passo, os preparativos, as lutas, os obstáculos e os presságios que cercaram a extraordinária viagem.

ISBN: 978-85-7164-432-8
Editora: Companhia de Bolso
Autor: Amyr Klink
Páginas: 152
Ano: 2011
Nota:



Sinopse: Amyr Klink lembra de momentos difíceis que passou, para realizar seus planos, e garante que as crises podem nos motivar. Em seu novo livro, “Não Há Tempo A Perder”, o maior navegador do Atlântico Sul evoca sua experiência para demonstrar como os projetos mais complexos podem ser realizados, se você se comprometer a destrinchar cada etapa. E trabalhar duro, ter resiliência. O obstinado homem do mar lembra da infância em Paraty, da adolescência, das vitórias e erros que já cometeu – garantindo que a pressão pode ser um estímulo para sobrevivermos. Este é um livro sobre a escassez, o medo, e a nossa misteriosa capacidade de realizar nossos sonhos.

ISBN: 978-85-8419-046-1
Editora: Foz/Tordesilhas
Autor: Amyr Klink
Páginas: 216
Ano: 2016
Nota:



Olá, como vai você?

No último sábado – 17 de dezembro – o blog completou quatro anos! Dá para acreditar? Não sei quando você chegou aqui e nem como conheceu o meu cantinho, mas ele existe e é ativo a todo esse tempo aí.

Se você chegou aqui esse ano, pegou a pior fase do blog. E peço desculpas por isso. Quem chegou antes disso, sabe o quão dedicada eu era. Ainda sou, mas de uns meses pra cá a vontade de postar no blog vem diminuindo.

Quantas vezes esse ano o blog recomeçou? Vocês contaram? Eu perdi a conta, confesso. Depois de refletir por um bom tempo, decidi que devia uma explicação para vocês, meus leitores. Devo isso a vocês, que me ajudaram a crescer e chegar até aqui.

Vou começar pedindo desculpas – devo parar com essa mania de me desculpar por tudo, mas não hoje – peço desculpas de verdade. Sei que todo o meu anúncio de volta gera uma expectativa positiva e quando eu quebro a promessa de voltar, vocês ficam frustrados. Acreditem, eu sou a pessoa que mais fica frustrada.