Título: A Vidente
Título Original: -x-
Autor: Hanna Howell
Editora: Casa da Palavra | Lua de Papel
Ano: 2012
Páginas: 224
Para saber mais: Skoob

Sinopse: Estamos no século XVIII, na Inglaterra georgiana. Como todas as gerações de sua família, Chloe Wherlocke possui habilidades especiais, e o seu dom é ver além da visão física. Em 1785 ela prevê a morte de uma mulher que acabara de dar a luz e toda uma trama para atender a motivos escusos. Ao encontrar uma criança abandonada para morrer ao lado do corpo da mãe, ela salva o bebê e o cria escondido do mundo. Fazia isso por amor, mas talvez houvesse neste gesto alguma força do destino... Com o passar dos anos, Chloe descobriu que o encontro com a criança não havia sido uma simples coincidência, e percebeu, pouco a pouco, um desenrolar de acontecimentos que envolviam todos os membros de sua família, num jogo de traições, mentiras e assassinatos. Consciente de tudo, ela precisa ser rápida para salvar a vida do pai do menino, o conde Julian Kenwood, e avisá-lo que o filho não morreu. Mas, ao se aproximar da família Kenwood, Chloe percebe seu sentimento de proteção por Julian se transformar enquanto a cada momento tudo fica mais perigoso.


Nosso primeiro romance de época a gente não esquece, será? Esse foi o meu primeiro contato com o gênero e confesso que acabei me decepcionando e criando certo pavor, rs. Acontece.

Esse é o primeiro livro de uma série e já começou mal. Ele tinha tudo para dar certo, porém deu muito errado! A história é confusa, forçada e não me convenceu nenhum pouco. A autora quis criar um romance de época diferente e acabou estragando, sério. Peguei tanta raiva que tenho as continuações e adivinha? Nunca nem li.

A autora quis mostrar a realidade daquela época, falando sobre os casamentos forçados e tudo por uma questão financeira e também de títulos de nobreza. É uma leitura rápida, mas forçou demais para o meu gosto, não consegui me envolver com os personagens e muito menos me importar com eles.

O que falar do casal Chloe e Julian, senhoras e senhores? Chatos! No começo, até que simpatizei com a protagonista, mas aos poucos ela foi caindo completamente no meu desagrado conforme ia se apaixonando por Julian. Se não fossem os personagens secundários, não teria história, pois são eles quem seguram na sua mão e te incentivam a não desistir.

Tentei, mas não foi para mim! Ainda não desisti totalmente dessa série, apesar de estarem na estante há cinco anos, não é mesmo? Boatos de que os próximos livros melhoram, mas cadê a coragem, não é mesmo? 

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